A família de Iryna Zarutska moveu um processo contra a cidade de Charlotte, Carolina do Norte, e sua contratada de segurança privada. A ação, protocolada após um ano do assassinato, alega falhas sistêmicas no sistema de trilhos da cidade.
A queixa de morte injusta aponta para a ausência de um guarda de segurança no trem da Linha Azul do Lynx, momento em que Zarutska foi fatalmente esfaqueada em vinte e dois de agosto de dois mil e vinte e cinco. A família acusa a empresa de segurança de não ter alocado pessoal armado e desarmado em número suficiente.
Segundo a petição, o contrato revisado entre Charlotte e a empresa de segurança previa recursos para cento e vinte e dezenove profissionais em dois mil e vinte e cinco e dois mil e vinte e seis. Contudo, na época do crime, a empresa havia contratado cento e oitenta e três funcionários. O documento também afirma que a empresa possuía apenas onze guardas armados, quando o contrato previa até trinta e nove.
A advogada que representa o espólio, Lauren Newton, declarou que a ausência de um guarda no trem teria evitado a morte de Zarutska. O processo também critica a fiscalização de passagens, alegando que o indivíduo acusado de cometer o ataque utilizou o transporte sem pagar. Além disso, a família alega que a cidade e a empresa de segurança sabiam sobre a ocorrência de crimes violentos nos pontos do sistema de trilhos.


