As fan fests da Copa do Mundo deixaram de ser apenas pontos de encontro de torcedores e se consolidaram como plataformas de negócios, entretenimento e ativação de marcas. Especialista em eventos afirmou que esses eventos paralelos ampliam o valor comercial do futebol, levando a experiência do Mundial a torcedores que não estão nos estádios.
Segundo a especialista, a tendência está ligada ao conceito de “festivalizar” megaeventos. A ideia é criar, em torno da competição principal, uma série de ações de entretenimento, consumo e relacionamento com o público. Esse modelo aproxima a Copa do Mundo de estratégias usadas em grandes festivais de música, onde a experiência do público ultrapassa a atração central.
Os impactos econômicos se espalham por diversos setores, incluindo cenografia, alimentação, audiovisual, segurança e comércio no entorno dos eventos. A especialista explicou que fan fests privadas e públicas desempenham papel relevante nesse ecossistema.
A estratégia de “eventar” cria mais pontos de contato entre marcas e consumidores. Isso envolve oferecer atividades antes e durante os jogos, como shows e customização de camisetas. Para a especialista, esse conjunto de ações ajuda patrocinadores a prolongar a presença junto ao público, transformando a emoção do jogo em memória de consumo.

