A federação escocesa de futebol retirou, nesta segunda-feira, seu apoio a Gianni Infantino, presidente da FIFA. A decisão ocorre sete meses antes da eleição presidencial da entidade, em março de 2027, e se alinha à postura da UEFA.
O diretor-executivo da SFA, Ian Maxwell, afirmou que a Associação Escocesa de Futebol não votará em Infantino, declarando que isso está em consonância com a posição mantida pela UEFA. O dirigente suíço-italiano de 54 anos enfrenta críticas devido ao plano de abrir a organização a investidores privados.
Outras associações, como as da Inglaterra, Irlanda e País de Gales, já anunciaram não votar no atual presidente. Essas confederações emitiram uma carta aberta conjunta com a UEFA, Concacaf e AFC. Elas argumentaram que o futebol não pertence a um único indivíduo.
Segundo as três entidades, o dever de um líder é abandonado quando a confiança é quebrada por engano e o indivíduo se coloca acima do coletivo. Maxwell adicionou que houve falhas de liderança, falta de transparência e diálogo com as associações-membro. A governança da entidade precisa mudar.


