A Copa do Mundo de 2030 deve contar com o dobro de seleções, conforme indicou o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez. A expansão, que visa aumentar o público e a receita da FIFA, gera críticas sobre a viabilidade do torneio.
O formato proposto prevê 64 equipes divididas em 16 chaves, o que resultaria em 96 duelos na fase de grupos, antes do mata-mata. Em comparação, a Copa de 2026, com 48 seleções, teve 72 jogos na primeira fase. A única alteração positiva mencionada é o fim da classificação de terceiros colocados, permitindo que apenas as duas primeiras equipes avancem para os 16 avos de final.
Os países Uruguai, Argentina, Paraguai, Espanha, Portugal e Marrocos sediarão a competição. Críticos apontam que essa logística é impraticável. O torneio de 2030, segundo alguns, deveria se limitar aos países que sediaram a primeira Copa, em 1930: Uruguai e Argentina.
Presidentes de confederações europeias e asiáticas já criticam o aumento de participantes. A entidade, liderada por Gianni Infantino, busca ampliar o público consumidor do futebol para aumentar os cofres, ignorando as críticas recebidas pela imprensa.


