A Ford está superando a General Motors no desempenho no ano, mesmo após a GM autorizar programas de recompra de ações de seis bilhões de dólares. Os dois fabricantes elevaram suas projeções anuais neste verão, mas o mercado os avalia de formas distintas.
A GM aprovou um programa de recompra de seis bilhões de dólares em onze de junho de dois mil e vinte e quatro. Este movimento foi seguido por um aumento de vinte e cinco por cento nos dividendos e outra recompra de seis bilhões de dólares em fevereiro de dois mil e vinte e cinco, além de mais seis bilhões de dólares aprovados em janeiro de dois mil e vinte e seis. Essas ações reduziram a contagem diluída de ações para 893 milhões, o que representa 35% a menos que o segundo trimestre de dois mil e vinte e três.
Em contraste, a Ford tem focado em seu rendimento de dividendo de 4,18% e em recompras menores. Nos resultados do segundo trimestre, os ganhos ajustados da GM foram de 3,57 dólares, superando os 3,18 dólares esperados. Contudo, despesas de realinhamento estratégico de veículos elétricos pressionaram os resultados contábeis, e o crescimento dos lucros trimestrais registrou -26,2% em relação ao ano anterior.
A estratégia da Ford aponta o caminho oposto. A empresa registrou crescimento de 430,8% nos lucros trimestrais ano a ano. O CEO Jim Farley descreveu o negócio como uma companhia mais disciplinada e lucrativa. Os analistas de mercado tendem a preferir a GM, com um preço-alvo de 100,04 dólares, contra 15,78 dólares para a Ford.


