O treinador de basquete Geno Auriemma questionou a relevância do debate sobre atletas transgênero na WNBA, afirmando que o problema não existe. A discussão ocorre em meio a declarações de ex-jogadores da NBA sobre o draft da liga.
Auriemma disse à imprensa que não se lembra de ter lido sobre jogadoras transgênero na WNBA ou casos de ocorrência na próxima semana. O treinador argumentou que o debate é fomentado por pessoas que buscam ganho pessoal.
A comissária da WNBA, Cathy Engelbert, enviou uma carta aos times na semana passada. O comunicado tratou das preocupações sobre a inclusão de atletas transgênero após a movimentação de ex-jogadores da NBA, Enes Kanter Freedom e Royce White.
Engelbert afirmou que a liga reconhece a complexidade do tema e continuará conversando com os times e a Associação de Jogadoras. A WNBPA também emitiu nota nas redes sociais reforçando a diversidade e a inclusão, e dizendo que o grupo não será usado como peça política.
Quatro técnicos manifestaram opiniões sobre a questão. Cheryl Reeve, técnica do Lynx, e Natalie Nakase, técnica do Valkyries, apoiam a inclusão de atletas transgênero no esporte feminino. O presidente da NCAA, Charlie Baker, disse no início de dois mil e vinte e cinco que conhecia menos de dez casos em esportes universitários.


