A Guarda Civil suspendeu a concessão de novas férias, permissões e licenças para agentes destacados em Ceuta e Melilla. A medida, determinada pela diretora-geral, visa reforçar a operação diante do aumento da pressão migratória irregular nas duas cidades autônomas.
A diretora-geral da Guarda Civil, Mercedes González, deu instruções para que não fossem concedidos novos pedidos de “férias, permissões ou licenças” aos agentes do instituto armado em Ceuta e Melilla. O ofício, assinado pelo diretor-geral operacional, Manuel Llamas, justificou a decisão pela necessidade de garantir a prestação adequada do serviço, a segurança cidadã e a vigilância da fronteira externa do Estado.
A restrição ocorre em meio a notícias de um suposto novo salto massivo da fronteira por migrantes irregulares, que estaria sendo incentivado nas redes sociais para o próximo sábado. O Ministério do Interior estimou que, em 30 de julho, mais de 72 mil migrantes irregulares entraram em Ceuta após nadar o espigão de El Tarajal.

