A Justiça brasileira aumentou os requisitos para aceitar provas digitais em processos judiciais, exigindo documentação rigorosa desde a coleta até a apresentação.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou, em 2024, dados extraídos de um celular sem metodologia adequada, destacando a necessidade de preservar a cadeia de custódia das informações.
Prints isolados de WhatsApp ou Instagram são frequentemente desconsiderados pela justiça devido à facilidade de manipulação desses conteúdos.
A pesquisa Anual de Tendências da Indústria de Investigação Digital, realizada em 2026, indica que 95% dos profissionais do sistema de justiça consideram as evidências digitais cruciais para investigações.
A plataforma ProvaHub, fundada por Felipe Thadeu de Castro Piló, registra conversas de WhatsApp, Telegram e conteúdo de redes sociais, gerando relatórios com certificados digitais e documentação da cadeia de custódia.

