Uma mãe de Portland, Oregon, entrou com uma ação judicial contra as escolas públicas da cidade e a escola primária de seus filhos. A ação alega retaliação após sua oposição ao currículo sobre identidade de gênero adotado pelas instituições de ensino.
A organização Liberty Justice Center, que moveu o processo em nome da mãe, relatou que ela manifestou preocupação no ano passado. A crítica inicial foi direcionada à decisão da Meriwether Lewis Elementary School de alterar a bandeira do orgulho tradicional, substituindo-a por uma versão “Inclusiva Intersexo e Progressista” para apoiar ideologias raciais e transgênero.
A mãe afirmou que, embora apoiasse a imersão na comunidade gay de Portland, considerou a nova bandeira um “símbolo abertamente político que promove valores contraditórios à sua fé cristã”, especificamente pela promoção do transgênero. Antes de tomar medidas, ela descobriu uma atividade chamada “flor de identidade” aplicada ao filho de onze anos, que pedia aos estudantes que identificassem e discutissem sua identidade de gênero.
Após solicitar uma reunião com a diretora da escola e receber uma resposta que considerou insatisfatória, a mãe escreveu uma carta aberta à comunidade contra as políticas escolares. Posteriormente, ela recebeu uma ordem de despejo de um ano após uma discussão acalorada com outro pai, o que a impediu de comparecer a eventos escolares, incluindo a formatura de seu filho.
O Liberty Justice Center argumenta que a escola violou os direitos de primeira e décima quarta emendas da mãe ao reprimir sua fala. A organização solicita a um tribunal federal que declare as ações da escola inconstitucionais e emita uma liminar contra as políticas direcionadas à mãe. As escolas públicas de Portland não comentaram sobre o caso em andamento.


