Cerca de 10 mil a 12 mil pessoas manifestaram em Ceuta, na Espanha, contra a crise migratória e a presença marroquina. Os protestos exigem a demissão do primeiro-ministro e denunciam a invasão de território.
Os manifestantes alegaram que a situação não é um problema migratório, mas sim uma invasão de Marrocos. Um migrante marroquino declarou aos repórteres que Ceuta é terra marroquina e que um dia retornarão.
O prefeito local, Juan Jesús Vivas, participou do evento e criticou o governo de Madrid. Ele afirmou que Ceuta sofreu uma violação de fronteira e que a Europa deve reagir adequadamente à situação.
Os manifestantes também pediram a demissão do primeiro-ministro, acusando-o de estar ‘comprado’. As autoridades locais reconhecem que a solução para o estado atual levará tempo.

