Autoridades do Ministério do Interior de Marrocos ordenaram este sábado que jornalistas das agências Efe e TVE deixassem a cidade de Castillejos. Os profissionais estavam cobrindo a crise migratória na fronteira com Ceuta, após a entrada irregular de cerca de 80 mil pessoas em julho.
A agência Efe informou que os repórteres estavam documentando a atuação das forças antidistúrbios marroquinas. As forças utilizavam gases lacrimogêneos e porretes para dispersar centenas de migrantes, em sua maioria subsarianos, que tentavam alcançar a fronteira.
O governo espanhol defendeu a liberdade de imprensa em todas as áreas. As autoridades espanholas informaram que procuram uma solução para os jornalistas expulso.
A situação ocorre em um contexto de fluxo migratório intenso na região, com um grande número de pessoas cruzando a fronteira de forma irregular nos dias 30 e 31 de julho.


