Um médico de Děčín foi afastado de suas funções após ser denunciado por administrar altas doses de opiáceos a pacientes gravemente enfermos em um hospital local. A denúncia, feita pela própria instituição, levou à investigação de suspeita de homicídio contra o profissional.
A denúncia criminal foi registrada pelo hospital de Děčín, que alegou que o médico fornecia doses elevadas de opiáceos a pacientes em estado grave, resultando em mortes. Segundo o setor de imprensa da instituição, o profissional foi afastado de suas atividades.
Investigadores criminais locais apuram o médico por suspeita de homicídio em múltiplas vítimas. Embora a investigação corresse, o profissional continuava atuando no serviço de resgate. Contudo, um porta-voz do serviço de resgate confirmou que o médico não participa mais do atendimento pré-hospitalar.
O médico, que trabalhou no serviço de resgate por dezesseis anos, declarou estar afastado de todos os seus compromissos de trabalho. Dezenas de familiares procuram a polícia para verificar mortes de entes queridos, questionando o uso de opiáceos. Um porta-voz do Ministério da Saúde explicou que os opiáceos são parte do tratamento em cuidados intensivos, paliativos ou oncológicos, mas seu uso deve seguir protocolos legais.

