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Política

MP pede manutenção da prisão de influenciadora ligada ao PCC

Carla Fernandes
Última atualização: 20 de agosto de 2026 22:00
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O Ministério Público de São Paulo solicitou nesta quinta-feira (20) à Justiça que mantenha a prisão preventiva de uma influenciadora e outros réus da Operação Vérnix. A manifestação do Gaeco aponta a mulher como integrante do núcleo financeiro de um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Os promotores sustentam que os motivos das prisões, como a garantia da ordem pública, permanecem válidos. Na divisão apresentada pelo Ministério Público, o líder do PCC aparece no núcleo decisório, enquanto o irmão dele é colocado na área operacional. A acusação alega que a influenciadora seria responsável pela ocultação de patrimônio de origem ilícita.

A detida está presa desde vinte e um de maio, após ser alvo da Operação Vérnix em Alphaville. As investigações apontaram que ela movimentou cerca de 140 milhões de reais em um período incompatível com seus rendimentos declarados. Documentos fiscais e movimentações bancárias compõem as provas reunidas.

A defesa nega envolvimento com a organização criminosa. Segundo a defesa, as movimentações financeiras podem ser justificadas por atividades profissionais e empresariais. A influenciadora afirmou em audiência de custódia que parte do valor questionado tinha relação com sua atuação como advogada.

A Justiça já negou pedidos de liberdade anteriormente. Em julho, o Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou um habeas corpus, entendendo que não havia ilegalidade para justificar a soltura ou a transferência para prisão domiciliar.

TAGGED:criminoso-organizadoLavagem de DinheiroMP-SPoperacao-vernixPCCprisão preventiva
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