Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: MPF exige comitê para gerir Rio Tapajós e pede suspensão de licenças
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Meio Ambiente

MPF exige comitê para gerir Rio Tapajós e pede suspensão de licenças

Carla Fernandes
Última atualização: 3 de agosto de 2026 07:40
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública na Justiça Federal para obrigar a União e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) a criarem o Comitê de Bacia Hidrográfica (CBH) do Rio Tapajós e a Agência de Águas responsável pela gestão da bacia. A medida visa corrigir uma omissão de mais de 15 anos na política de gestão participativa dos recursos hídricos da região, que abrange Pará e Mato Grosso.

Segundo o MPF, a ausência do comitê impede a participação de povos indígenas, ribeirinhos, pescadores artesanais e demais comunidades tradicionais nas decisões sobre o uso das águas do Tapajós. O órgão requer que a União, por meio do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), e a ANA apresentem, em até 60 dias, um plano de trabalho detalhado para a instalação do comitê, com prazo máximo de um ano para a conclusão dos trabalhos.

A proposta do MPF também exige que o plano contemple ações de capacitação para as comunidades tradicionais, respeitando os protocolos de consulta da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Além disso, o Ministério Público pede que, caso a estrutura de governança participativa não seja implantada no prazo, a Justiça proíba a emissão ou renovação de outorgas e licenças de empreendimentos de médio e grande impacto na calha do Rio Tapajós.

Em pedido de mérito, o MPF solicita que a União e a ANA sejam condenadas ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 1 milhão. O valor, se concedido, deve ser destinado a projetos que fortaleçam os meios de subsistência das comunidades da bacia do Rio Tapajós.

TAGGED:ambientaisgestão hídricalicencas-ambientaisMPFPovos Indígenasrio-tapajós
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Irã condiciona acordo aos EUA por crise no memorando
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?