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Cotidiano

OAB-RJ acompanha caso de homem morto em Copacabana

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de agosto de 2026 05:55
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ irá monitorar o caso de um homem morto em Copacabana, após ser confundido com um criminoso. A comissão ofereceu apoio jurídico à família e criticou a violência desproporcional ocorrida no local.

O presidente da comissão, Sidney Guerra, afirmou que a OAB-RJ acompanhará as ações da delegacia, do Ministério Público e do Judiciário. Guerra disse que atos de violência como o ocorrido não podem ser naturalizados, alertando contra a “institucionalização da barbárie”.

Segundo Guerra, a situação de violência sistêmica não é isolada no Rio de Janeiro nem no Brasil. Ele apontou que o comportamento agressivo reflete uma sociedade que perdeu o respeito ao estado democrático de direito e às instituições constituídas.

Uma psicóloga, Andréia Dumas, analisou o ocorrido como reflexo de uma “sociedade adoentada”. Ela explicou que os agressores, ao interpretarem o fato de maneira precipitada, agem com impulsividade, buscando uma justiça própria.

Dumas sugeriu que a saída para a escalada de violência passa pela conscientização social. Ela defendeu a necessidade de trabalhar a reflexão em escolas e famílias, ensinando as pessoas a tolerar a dúvida e ver o outro como indivíduo, e não como objeto.

TAGGED:CopacabanaDireitos Humanosoab-rjsegurançasociedadeViolência
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