A construção de um salão de baile e um bunker militar subterrâneo na antiga Ala Leste da Casa Branca avança rapidamente. O ritmo de trabalho, que chega a vinte horas diárias, levou o governo a considerar o projeto em um ponto sem retorno, segundo fontes.
O avanço da edificação ocorre com o uso de um tipo de cimento, descrito como “virtualmente impossível” de ser removido, semelhante ao empregado em plantas nucleares. Essa característica do material impulsiona a criticidade do projeto.
Diante da situação, o Fundo Nacional para a Conservação Histórica, entidade sem fins lucrativos encarregada da proteção de edifícios históricos, solicitou à Suprema Corte que mantenha a paralisação de um tribunal inferior sobre o avanço da obra.
A organização pressiona para que o ritmo de construção seja freado, alegando preocupações com a preservação do patrimônio histórico do edifício presidencial.


