O Papa Leão XIV fez apelos por diálogo e amizade em San Marino e em Rimini, na Itália, contra a guerra e a divisão social. Em Rimini, ele falou a dezenas de milhares de pessoas, alertando sobre uma cultura que fragmenta nações.
O pontífice alertou contra uma cultura que, segundo ele, “rearma mentes, palavras e nações”. Ele defendeu que os cristãos devem responder à divisão com misericórdia e compromisso com a paz. O Papa também enviou mensagem de incentivo aos jovens católicos, classificando-os como “um sinal de que o futuro é promissor”.
Mais cedo, em San Marino, o Papa se dirigiu às autoridades locais da república. Ele refletiu sobre o legado de São Marino e São Leone, atribuindo-lhes a criação de uma sociedade baseada em liberdade e respeito mútuo. Segundo ele, os santos traduziram a mensagem cristã em um modelo comunitário e político.
O microestado, que tem cerca de 35 mil habitantes, usa um parlamento de sessenta membros que elege dois capitães-regentes a cada seis meses. O Papa usou esse arranjo como exemplo de como pequenas comunidades podem ensinar lições de coesão social em tempos de desconfiança crescente.

