Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: PF indicia ex-diretor administrativo por corrupção em mineração
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Política

PF indicia ex-diretor administrativo por corrupção em mineração

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de agosto de 2026 12:30
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A Polícia Federal indiciou o delegado Rodrigo Teixeira, ex-diretor administrativo do órgão, por suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução de investigações sobre organização criminosa. Teixeira é um dos principais alvos da Operação Rejeito, que apura crimes no setor de mineração em Minas Gerais e na Agência Nacional de Mineração (ANM).

Outras nove pessoas foram indiciadas, incluindo uma delegada da PF suspeita de intimidar uma empresa concorrente de Teixeira. O relatório policial afirma que o delegado manteve atuação oculta no mercado minerário por meio de empresas interpostas e articulações com empresários investigados enquanto ocupava cargos na cúpula da instituição.

Teixeira foi diretor administrativo da PF nacional entre janeiro de 2023 e março de 2024, cargo considerado o terceiro mais importante da estrutura no governo atual. Ele chegou a ser preso preventivamente em setembro de 2025. A investigação também cita relações com Gilberto Horta Carvalho, lobista preso no ano passado e indiciado por lavagem de dinheiro.

De acordo com a PF, o delegado criou e geriu uma empresa de mineração e foi sócio de outra, utilizando o cargo para vazar informações sigilosas e interferir em inquéritos. Em troca, empresas teriam obtido direitos minerários que já renderam mais de R$ 4 milhões, com potencial de chegar a R$ 27 milhões, segundo a perícia.

A Polícia Federal descreve Teixeira como um servidor que vendeu a função pública para assegurar vantagens e proteção ao grupo criminoso, utilizando seu prestígio e rede de influência institucional. O delegado também atuou como superintendente da PF em Minas Gerais entre 2018 e 2019 e foi secretário-adjunto de Defesa Social no governo de Fernando Pimentel.

O advogado de Teixeira, Bruno Cesar, afirmou em nota que o relatório da PF ignora depoimentos de outros delegados que afastariam a tese de obstrução de investigações. A defesa classificou as acusações como “factoide” e alegou que o documento carece de substrato probatório.

Em relatório de junho, a PF também indiciou Mauro Sousa, diretor-geral da ANM desde 2022, por suspeita de integrar associação criminosa para exploração ilegal de ferro na Serra do Curral, em Minas Gerais. Sousa nega as irregularidades.

TAGGED:CorrupçãoLavagem de DinheiroMinas GeraisMineraçãooperacao-rejeitoPolícia Federal
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Renan Santos promete negociar com Centrão se vencer eleição
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?