Um portfólio de US$ 1,8 milhão pode gerar rendimentos anuais significativos, mas a conta onde o capital está alocado define o impacto fiscal. A escolha entre diferentes planos de saque determina se haverá incidência de impostos e encargos de Medicare (IRMAA).
A matemática do rendimento inicial mostra que, com taxas variando entre 3,5% e 10%, o capital pode gerar entre US$ 51.000 e US$ 180.000 anuais. No entanto, o perfil tributário de cada valor muda conforme a natureza da conta. Um portfólio conservador, com rendimento entre 3% e 4%, foca em dividendos e títulos municipais de grau de investimento.
O Plano A, onde todo o valor está em uma conta tradicional, sujeita cada saque a renda ordinária. A partir dos 73 anos, o órgão fiscalizador força distribuições, e cada dólar contribui para a Renda Bruta Ajustada Modificada (MAGI), o que pode elevar os prêmios de Medicare.
O Plano B sugere dividir o capital em uma conta Roth IRA e uma conta de corretagem tributável. Essa estrutura permite que os rendimentos qualificados e os juros municipais sejam tributados de forma mais favorável ou isentos, dando ao aposentado controle sobre o momento e o valor dos saques.

