Ken Martin, presidente do Comitê Nacional Democrata (DNC), negou na tarde de sábado ter liderado um ambiente de trabalho paranoico na sede do partido em Washington. Ele contestou alegações de uma queixa de recursos humanos envolvendo um incidente com um telefone.
Martin afirmou que os relatos não são precisos, dizendo que os funcionários do DNC trabalham muito e que ele costuma chegar cedo e sair tarde. O líder do partido atribuiu os rumores a “ruído externo”, focando na necessidade dos democratas vencerem em novembro.
Em contraste, co-apresentadores de um programa de televisão questionaram a origem das denúncias, que surgiam de dentro da organização. Fontes indicaram um sentimento crescente de paranoia sob sua liderança, e funcionários temiam vazamentos e decisões tomadas isoladamente pelo presidente.
A imprensa internacional noticiou o incidente em que Martin teria jogado um telefone na mesa de um assessor, o que gerou uma reclamação formal de recursos humanos. O presidente do DNC pediu desculpas ao funcionário durante uma reunião de RH no dia seguinte ao ocorrido.
As tensões internas surgiram em um momento de desvantagem financeira para o DNC. Relatórios mostraram que o comitê terminou junho com 16,3 milhões de dólares em caixa e 18,5 milhões em dívidas, enquanto o Comitê Nacional Republicano possuía 128,5 milhões em caixa sem débitos.


