Uma mulher solteira de 68 anos recebe US$ 12,500 mensais, somando benefícios do Social Security, pensão e rendimentos de um portfólio. No entanto, o sistema tributário e os custos de saúde impõem barreiras significativas ao seu poder de compra.
A aposentada recebe US$ 3,100 do Social Security, US$ 5,400 de um portfólio de US$ 1,6 milhão com retirada de 4% e uma pensão de US$ 4,000, totalizando US$ 150,000 anuais. O tratamento fiscal para indivíduos solteiros difere do de casais, pois os limiares de imposto de renda são menores.
Com dedução padrão e dedução adicional para idosos, a renda tributável da aposentada ultrapassa a faixa de 22% e toca a de 24%. Além disso, o prêmio padrão do Medicare Parte B de 2026 é de US$ 202,90 mensais. Com uma renda de US$ 150,000, ela se enquadra no segundo nível de sobretaxa, elevando o custo total do Medicare para cerca de US$ 4,300 anuais.
Após considerar impostos federais, estaduais e prêmios de saúde, a renda real disponível para gastos mensais cai para aproximadamente US$ 9,400. Com a hipoteca quitada, esse valor cobre despesas como supermercado, utilidades e impostos prediais, permitindo ainda viagens e contribuições para contas de investimento.
Para otimizar a situação, especialistas sugerem avaliações como conversões para Roth antes do início das retiradas obrigatórias, que começam aos 73 anos para pessoas nascidas antes de 1960. Essa estratégia busca reduzir a exposição a futuras sobretaxas do Medicare.

