O programa de cinco workshops gratuitos, realizado pelo Skokka em parceria com a Associação Fala Mulher, começou em 14 de agosto de 2026. O encontro inicial tratou do uso consciente das redes sociais, com foco em legislação brasileira e proteção de dados.
A advogada convidada, especialista em direito digital e proteção de dados, conduziu a abertura do programa. Ela explicou o Marco Civil da Internet, a Lei Geral de Proteção de Dados e o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital. A palestrante diferenciou dados pessoais de dados sensíveis, como religião e orientação sexual, e alertou que qualquer coleta de dados exige justificativa clara e prazo de retenção limitado.
Durante a roda de conversa, empreendedoras levantaram dúvidas práticas. Foi orientado que um elogio recebido não autoriza a republicação de prints sem permissão prévia e cobertura de dados pessoais. Uma fotógrafa recebeu um caminho prático para formalizar consentimento de uso de imagem em sessões.
A discussão avançou para a exposição infantil no ambiente online. A palestrante reforçou que o conteúdo publicado é público e perene, recomendando controle parental e cautela com a inteligência artificial. Para irregularidades, a orientação foi denunciar na plataforma, acionar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e registrar boletim de ocorrência se houver crime.
Os encontros seguirão mensalmente, com temas futuros incluindo inteligência artificial aplicada a negócios em novembro e um debate sobre liderança feminino em dezembro. A plataforma Skokka também informou que foi indicada ao prêmio Reclame Aqui pelo segundo ano consecutivo.

