O Super El Niño, que se forma no Oceano Pacífico, pode gerar impactos econômicos globais. O fenômeno afeta a produção de alimentos e aumenta os custos de recuperação de áreas atingidas por eventos climáticos extremos.
Anos com El Niño são frequentemente marcados por aumento de preços e escassez alimentar. Secas, inundações e ondas de calor prejudicam plantações, resultando em menor oferta de certos alimentos e pressão sobre o custo de vida do consumidor.
Os prejuízos vão além do campo. Eventos climáticos severos destroem estradas e construções, demandando grandes investimentos em reconstrução. O texto cita que os danos acumulados no mundo podem chegar a trilhões de dólares.
No Brasil, as inundações no Rio Grande do Sul em 2024 causaram mais de cem deslizamentos em um trecho de vinte quilômetros de estrada. A reconstrução desse trecho foi estimada em R$ 700 milhões, e a obra persistiu dois anos depois.
Cientistas apontam que a chance de um El Niño muito forte supera noventa por cento. O fenômeno deve atingir o pico em dezembro e pode manter intensidade forte ou muito forte durante o primeiro semestre de dois mil e vinte e sete.


