A capacidade tátil é um desafio para a robótica avançada, permitindo que máquinas saibam aplicar a pressão correta ao manusear objetos. Empresas trabalham em soluções como a pele eletrônica (e-skin) para dar aos robôs sensibilidade, tornando-os mais úteis em tarefas domésticas e industriais.
A tecnologia desenvolvida por uma empresa utiliza tunelamento quântico para medir pressão, força e direção através de um material mais fino que a pele humana. O sistema registra forças tridimensionais e detecta o início do deslizamento de um objeto em tempo real, permitindo ajustes de agarre em frações de milissegundo.
Embora a solução técnica esteja disponível, a transição do projeto piloto para a produção enfrenta barreiras como durabilidade, confiabilidade e custo. A empresa busca integrar componentes prontos e otimizar o processamento de dados na ponta, reduzindo a latência.
Os desenvolvedores afirmam que o objetivo final é tornar a tecnologia tátil tão comum quanto os sensores MEMS em robôs comerciais. Para reduzir custos, a estratégia foca em engenharia pragmática, ajustando a sensibilidade ao requisito da tarefa, em vez de replicar a densidade humana completa.


