Donald Trump questionou a integridade do árbitro Raphael Claus durante a Copa do Mundo nos Estados Unidos. Em declaração na Casa Branca, ele chamou o árbitro de “um pouco suspeito” e sugeriu investigação de seu passado. A polêmica expôs a tensão entre política e esporte, gerando críticas internacionais.
A Casa Branca teria elaborado um dossiê contendo acusações antigas, sem comprovação, de manipulação de resultados no futebol brasileiro. Mesmo após a eliminação dos EUA por 4 a 1 para a Bélgica, a insistência continuou. Andrew Giuliani, diretor da Task Force da Copa na Casa Branca, declarou em entrevistas que via “muita suspeita” na atuação de Claus.
Apesar das alegações, a CBF, a Federação Paulista e a FIFA defenderam a integridade do árbitro. A decisão provocou condenação da UEFA, da União Europeia e da Bélgica, que criticaram a interferência política no esporte. O caso evidenciou a influência direta de um chefe de Estado sobre a arbitragem de um torneio mundial.

