A Universidade de Michigan solicitou a um juiz local que desconsidere um processo movido por uma ex-funcionária ligada ao escândalo de Sherrone Moore. Os advogados da instituição argumentam que a ação deveria ter sido protocolada na Corte de Reivindicações de Michigan, e não em um tribunal do Condado de Washtenaw.
A ex-assistente executiva de Moore, que manteve um relacionamento com o ex-treinador, ingressou com a ação em julho. Ela alegava que a universidade violava o Ato de Liberdade de Informação do estado ao se recusar a divulgar documentos apurados durante a investigação do caso Moore.
Os advogados da universidade apresentaram a petição na quarta-feira, dia 12 de agosto. Segundo a documentação jurídica, a legislação de Michigan exige que qualquer pessoa que processe a universidade sobre registros públicos o faça na corte de reivindicações, um foro geralmente reservado a litígios contra o estado.
A universidade não abordou os argumentos apresentados pela equipe jurídica da ex-funcionária sobre a publicidade dos registros solicitados. Anteriormente, a universidade demitiu Moore, alegando que ele mentiu sobre o relacionamento de longa data com a assistente. Registros policiais indicam que, no mesmo dia da demissão, Moore foi ao apartamento da assistente, o que resultou em acusações de crime grave e dois delitos menores contra ele.


