O uso crescente de modelos de inteligência artificial gera preocupações de custo para as organizações. Modelos avançados, como o Claude Fable 5 da Anthropic, apresentam custos elevados por token, forçando empresas a monitorar o consumo.
A adoção de soluções de IA tem acelerado no mercado de software do Reino Unido, com o ecossistema da Anthropic ganhando destaque. Dados de uma empresa de análise de mercado indicam que a participação da Anthropic cresceu de décimo segundo para sétimo lugar no primeiro trimestre de dois mil e vinte e seis. Nesse período, o gasto médio por cliente aumentou em 43,0%.
Contudo, o avanço tecnológico não é isento de custos. Os modelos de ponta possuem um preço considerável, e o uso ineficiente pode elevar despesas. Problemas como perguntas abertas aos agentes de IA, uso inadequado de modelos e assinaturas duplicadas configuram desperdícios.
Para gerenciar essa situação, líderes empresariais precisam integrar a área financeira no controle da IA. É necessário ir além da simples identificação de quem usa a tecnologia, focando em como o uso gera valor. A análise deve combinar o gasto com métricas de desempenho, como tempo de rascunho ou tempo de resolução de chamados.
A visibilidade deve abranger o nível do modelo, visto que a diferença de custo entre modelos de raciocínio avançado e alternativas mais leves pode ser dez vezes maior. Assim, as equipes financeiras podem direcionar tarefas rotineiras para opções de menor custo, otimizando o retorno sobre o investimento.


