A chegada de uma videoaula à plataforma Ser Goiás é resultado de um processo extenso que começa antes da gravação. O material passa por planejamento, pesquisa, produção, edição e adaptações de acessibilidade, visando oferecer uma experiência de aprendizagem completa aos alunos.
O coordenador de Criação e Arte, Marcus Gouveia, afirmou que a produção transcende apenas colocar um professor em frente à câmera. Ele explicou que o processo funciona como uma engrenagem, envolvendo produção, design, gravação, edição, revisão, tradução em Libras e legendas até o conteúdo ser entregue aos estudantes.
O trabalho inicia-se com o roteiro, elaborado pelo professor, que serve de base para a equipe de produção. Segundo o produtor Petras de Souza, o desafio é converter o conhecimento em linguagem audiovisual que converse com a realidade dos alunos. Isso inclui a seleção de imagens, vídeos e elementos gráficos que ilustram os temas das disciplinas.
Após a gravação, o material segue para a edição, etapa na qual se define o ritmo e se inserem os recursos visuais. O coordenador de Edição, Michel Pedro, mencionou que essa fase é um projeto coletivo que exige criatividade e troca de ideias. Novas revisões são feitas antes da publicação, e recursos de acessibilidade, como legendas e Libras, são inseridos para atender a diversos públicos.
O programa Ser Goiás na TV, produzido pela Fundação Sagres em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc-GO), aborda reforço escolar e recomposição de aprendizagens. Ele cumpre diretrizes pedagógicas alinhadas ao ODS 4 da Organização das Nações Unidas, reforçando o compromisso com uma educação inclusiva em Goiás.


