Warner Bros removeu um vídeo de bastidores do filme “Supergirl” após o material ser compartilhado e levantar controvérsia sobre o uso de arte conceitual gerada por inteligência artificial. O filme, que registra um dos maiores fracassos de bilheteria do ano para a franquia DC, gerou forte reação da base de fãs.
O vídeo, que mostra o diretor Craig Gillespie e o ator Jason Momoa examinando arte conceitual do personagem Lobo em um computador, foi rapidamente retirado da plataforma da Warner Bros. O design apresentado, segundo observadores, apresentava características de geração por IA. Outros elementos no material indicavam a rápida customização do personagem e diversas iterações da imagem.
A remoção do conteúdo ocorreu após grandes contas de veículos de comunicação começarem a divulgar clipes. A comunidade de fãs da DC manifestou descontentamento com a situação. Alguns usuários criticaram a aparente contradição da empresa ao usar a tecnologia e depois ocultar o material.
A discussão sobre o uso de IA no cinema ganhou força, especialmente após greves de atores e roteiristas em 2023, que abordaram proteções contra a tecnologia. Enquanto muitos profissionais e espectadores se opõem ao avanço da IA, alguns diretores mais antigos começam a adotar ferramentas de geração de imagem para planejamento de roteiros.


