A ingestão de nutrientes específicos influencia a saúde do maior órgão do corpo humano, a pele, mas não funciona como solução milagrosa para rugas e manchas. Segundo a imprensa local, a consistência de hábitos alimentares e de vida é o que determina a aparência cutânea, e não o consumo de alimentos isolados.
Frutas cítricas, como acerola, laranja e kiwi, fornecem vitamina C, substância indispensável para a produção de colágeno. Já vegetais alaranjados e avermelhados, a exemplo de cenoura, abóbora e tomate, concentram licopeno e carotenoides, que são antioxidantes responsáveis por proteger a pele contra danos da radiação ultravioleta.
O consumo de abacate, castanhas, sementes, chia, linhaça e peixes de água fria fornece ômega-3 e lipídios. Esses nutrientes auxiliam na manutenção da barreira cutânea, reduzem processos inflamatórios e favorecem a hidratação natural. Castanhas também oferecem selênio e zinco, que atuam na renovação celular e na cicatrização.
Em contrapartida, dietas baseadas em alimentos ultraprocessados, com excesso de açúcar e baixa diversidade nutricional, estimulam inflamações que impactam a saúde da pele e aceleram o envelhecimento. Deficiências nutricionais, estresse e má qualidade do sono também podem se manifestar na pele antes de outros sintomas corporais.
A apuração indica que nenhum alimento isolado, como um copo de suco verde, é capaz de apagar rugas ou substituir tratamentos dermatológicos. A eficácia da saúde cutânea depende da combinação de alimentação, prática de atividade física, sono regular, controle do estresse e uso diário de proteção solar.


