As famílias de Javier Marañón Montero e David Rodríguez Ballesta, dois trabalhadores espanhóis detidos em Malabo, na Guiné Equatorial, pedem 180 mil euros ao Ministério de Assuntos Exteriores da Espanha. A ação judicial ocorre devido à suposta inação do órgão para liberar os homens e garantir seus direitos fundamentais.
Os dois cidadãos foram presos pelo governo de Teodoro Obiang. A detenção ocorreu sob a justificativa de uma suposta dívida da empresa na qual os trabalhadores atuam.
O pedido de indenização reflete a insatisfação dos parentes com a condução do caso pelas autoridades diplomáticas espanholas. O valor de 180 mil euros é pleiteado como compensação pela falta de medidas efetivas para a soltura dos detidos.
Os trabalhadores estão custodiados em Malabo. A acusação contra o Ministério de Assuntos Exteriores foca na ausência de intervenções que assegurassem a integridade e a liberdade de Marañón Montero e Rodríguez Ballesta.


