O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recorreu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2020 para defender a nulidade de um relatório da Polícia Federal. O documento da PF trata de trocas de mensagens entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.
Para fundamentar a tese de anulação, Gonet utilizou o precedente jurídico que invalidou um processo julgado pelo ex-juiz federal Sergio Moro. A decisão citada refere-se ao caso Banestado, anulado pela Suprema Corte há seis anos.
O relatório da Polícia Federal em questão analisa conversas consideradas comprometedoras envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. A estratégia do PGR busca invalidar a validade jurídica dessas evidências.
A movimentação ocorre no âmbito da Procuradoria-Geral da República (PGR), órgão responsável pela chefia do Ministério Público Federal. O argumento central baseia-se na aplicação de entendimentos anteriores do STF sobre a condução de processos judiciais.


