Diversos órgãos do Judiciário e instituições ligadas à Justiça brasileira planejam a abertura de concursos públicos para 2026. As seleções abrangem cargos de técnico e analista judiciário, oficial de justiça e escrevente, com processos que variam entre a formação de comissões, definição de bancas e preparação de editais.
No âmbito estadual, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) realiza estudos para novos concursos de Oficial de Justiça e Escrevente Técnico Judiciário. Para a função de escrevente, foram criados 720 cargos com exigência de nível médio e remuneração que chega a R$ 7,8 mil, incluindo benefícios.
Outras movimentações ocorrem no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), com expectativa de 400 vagas, e no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO), que já possui comissão formada. O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) prepara seleção para Analista Judiciário — Oficial de Justiça Avaliador, enquanto o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) já tem concurso autorizado para a área judiciária e de apoio.
No Paraná, o Tribunal de Justiça (TJ-PR) publicou edital para contador, com duas vagas imediatas e cadastro de reserva, oferecendo remuneração inicial de R$ 23,2 mil. Já na esfera federal, o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT-8), que atua no Pará e Amapá, definiu a Fundação Carlos Chagas como banca organizadora.
A Defensoria Pública da União (DPU) incluiu 810 vagas em seu planejamento orçamentário, sendo 600 para criação e 210 para provimento. Além disso, há movimentações em defensorias estaduais do Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Alagoas, Roraima e Bahia.
As Procuradorias Gerais do Estado (PGE) do Rio de Janeiro, Acre, Rondônia, Bahia e Paraíba também estão no radar para novas seleções. No Judiciário Federal, as remunerações iniciais de referência para técnicos e analistas podem ultrapassar R$ 9 mil e R$ 16 mil, respectivamente, exigindo-se nível superior.


