Na última sexta-feira, 13 de novembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, acusou os democratas de orquestrarem uma ‘farsa’ em torno do caso de Jeffrey Epstein, um notório criminoso sexual. Em sua plataforma Truth Social, Trump anunciou que solicitará uma investigação federal que inclua nomes como o do ex-presidente Bill Clinton, alegando que os democratas estão explorando o caso para fins políticos, apesar da divulgação de 50 mil páginas de documentos pelo Departamento de Justiça.
O caso Epstein, que envolve múltiplas personalidades e escândalos de exploração sexual, ressurgiu com a revelação de e-mails que mencionam Trump e outras figuras influentes. Os democratas, que ocupam a minoria no Congresso, têm pressionado pela liberação de mais informações sobre o caso, enquanto Trump argumenta que a investigação já deveria estar encerrada. A controvérsia sobre a conexão de Epstein com figuras políticas de destaque, incluindo Bill Clinton e Larry Summers, intensifica o debate político em um momento eleitoral sensível.
O impacto desse caso pode ser significativo, com uma proposta de lei sendo discutida no Congresso que exigiria a divulgação de documentos do Departamento de Justiça. Trump, por sua vez, considera que a pressão dos democratas é uma repetição de acusações passadas que enfrentou durante sua campanha de 2016. As consequências desse movimento político podem influenciar não apenas o cenário eleitoral, mas também a percepção pública sobre a relação entre política e os escândalos que envolvem Epstein.

