Trump avança em negociações de paz com Ucrânia e Europa propõe força de segurança

Rodrigo Fonseca
Tempo: 2 min.

Na segunda-feira, 15 de dezembro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que um acordo para pôr fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia está mais próximo. A afirmação foi feita durante o segundo dia de conversas em Berlim, onde também participaram líderes europeus que sugeriram a formação de uma força multinacional para assegurar a paz na região.

Os diálogos em Berlim contaram com a presença do presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, e enviados americanos, incluindo o genro de Trump. Durante as reuniões, foram discutidas propostas de garantias de segurança para a Ucrânia, mas Zelensky apontou que ainda existem posições divergentes, especialmente em relação à cessão de territórios. Os líderes europeus enfatizaram a necessidade de apoio contínuo ao Exército ucraniano e a criação de mecanismos para monitorar um possível cessar-fogo.

Com as tensões ainda elevadas, Trump destacou que as garantias de segurança discutidas se assemelham ao Artigo 5 da Otan, que implica que um ataque a um aliado é considerado uma agressão a todos. Contudo, Zelensky e sua equipe permanecem cautelosos diante da possibilidade de ceder território, um ponto crítico nas negociações. O desfecho dessas conversas poderá determinar o futuro da região e a relação entre Ucrânia e Rússia, com repercussões significativas para as dinâmicas geopolíticas na Europa.

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