Na manhã de 30 de dezembro de 2025, três pessoas foram detidas no bairro Planalto, em Belo Horizonte, suspeitas de envolvimento em um esquema de fraude em provas de legislação. A Polícia Militar, por meio do 13º Batalhão, registrou a ocorrência, que revela irregularidades significativas na aplicação da prova. Os suspeitos eram responsáveis por fornecer serviços fraudulentos, e uma mulher teria pago R$ 4 mil para obter vantagem na avaliação.
O esquema criminoso utilizava tecnologia avançada, incluindo uma microcâmera oculta na roupa da candidata, que captava as questões da prova. As respostas eram transmitidas em tempo real através de um ponto eletrônico de áudio, permitindo que a mulher conseguisse aprovação de forma ilícita. Durante a operação policial, foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos, como celulares e câmeras, que foram utilizados para facilitar a fraude.
Atualmente, a investigação continua na sede do 13º BPM, onde os policiais catalogam e registram todo o material apreendido. As implicações desse caso ressaltam a necessidade de medidas de segurança mais rigorosas em processos de avaliação. A descoberta deste esquema levanta questões sobre a integridade das provas e o impacto da corrupção nos sistemas educacionais.

