No dia 3 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi acusado por deputados e senadores de não ter autorização do Congresso para realizar ataques aéreos na Venezuela. A ação militar, que resultou na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro, foi considerada ilegal por vários parlamentares, incluindo a deputada democrata Melanie Stansbury, que destacou a ausência de aprovação legislativa como um fator crítico.
Os bombardeios, que ocorreram em Caracas e em outros estados venezuelanos, levantaram questões sobre a legalidade das operações militares sem a anuência do Congresso. Stansbury enfatizou que a Constituição dos EUA requer que o Legislativo tenha um papel ativo na declaração de guerra e em ações militares significativas. Outros congressistas, como Jim McGovern, também expressaram preocupações sobre o uso de recursos públicos em ações militares, especialmente em um contexto de cortes em programas sociais.
A controvérsia em torno do ataque ressalta um debate mais amplo sobre os poderes do presidente em questões de guerra e a necessidade de um controle mais robusto sobre as ações do governo. À medida que a situação se desenrola, a pressão sobre Trump para justificar suas ações e a resposta do Congresso podem moldar o futuro da política externa dos EUA, especialmente em relação à América Latina.

