UE defende inclusão de Machado e González na transição da Venezuela

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

Em 5 de janeiro de 2026, a União Europeia declarou que uma transição política na Venezuela deve incluir os líderes da oposição, María Corina Machado e Edmundo González Urrutia. A declaração ocorreu após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, criando um novo cenário político no país.

A porta-voz da UE, Anitta Hipper, sublinhou a importância do diálogo para a construção de uma democracia estável, apesar do presidente dos EUA, Donald Trump, ter rejeitado a participação dos opositores. Enquanto isso, Machado, em uma nota pública, reconheceu a operação militar americana, mas ressaltou que González deveria assumir seu mandato constitucional imediatamente, uma vez que pesquisas indicam sua vitória nas eleições de 2024.

As tensões aumentam à medida que a UE tenta equilibrar sua posição entre apoiar a transição democrática e não antagonizar os Estados Unidos. A situação permanece fluida, com a vice-presidente Delcy Rodríguez assumindo interinamente após a queda de Maduro, e a comunidade internacional atenta às próximas etapas e possíveis implicações para a política venezuelana e regional.

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