Maduro se declara inocente em tribunal de Nova York por narcoterrorismo

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente durante sua primeira audiência em um tribunal federal de Nova York, realizada em 5 de janeiro de 2026. Ele foi capturado em uma operação militar dos Estados Unidos e enfrenta acusações de narcoterrorismo e outros crimes. Ao ser questionado pelo juiz, Maduro se identificou como presidente da Venezuela e negou as acusações que pesam contra ele.

Durante a audiência, Maduro afirmou não ter conhecimento de seus direitos legais, que foram explicados pelo juiz Alvin Hellerstein. O ex-líder venezuelano e sua esposa estão indiciados por crimes relacionados a narcotráfico e armas, segundo a acusação. A audiência marca sua primeira aparição pública desde a prisão e levanta questões sobre as implicações legais e políticas de seu caso.

O desdobramento deste caso poderá afetar não apenas a situação política na Venezuela, mas também as relações entre o país e os Estados Unidos. A falta de um calendário definido para o julgamento e a possibilidade de um pedido de liberdade provisória adicionam complexidade à situação. O resultado deste processo poderá ter repercussões significativas na dinâmica política regional e nas futuras interações diplomáticas entre os dois países.

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