Ataque russo com míssil Oreshnik gera condenação de líderes europeus

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

Na madrugada de 9 de janeiro de 2026, a Rússia lançou um míssil Oreshnik de última geração contra a Ucrânia, levando líderes do Reino Unido, Alemanha e França a condenar a ação como inaceitável. O ataque massivo deixou pelo menos quatro mortos e ocorreu após a recusa da Rússia em aceitar um plano europeu que visava enviar tropas à Ucrânia após um cessar-fogo.

Os líderes europeus, incluindo o presidente francês Emmanuel Macron, o chanceler alemão Friedrich Merz e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, expressaram sua preocupação com a escalada do conflito. A porta-voz do governo britânico destacou que as acusações feitas pela Rússia para justificar o ataque são infundadas, refletindo a tensão crescente entre Moscou e o Ocidente.

O atual cenário mostra que, enquanto os aliados da Ucrânia se mobilizam em busca de uma solução pacífica, a Rússia continua a desconsiderar as propostas de cooperação internacional. A unidade demonstrada pelos líderes ocidentais em apoio à Ucrânia durante a recente reunião em Paris enfatiza a determinação de enfrentar as ações militares russas e buscar uma paz duradoura na região.

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