O cantor Bad Bunny está sendo processado em um caso que envolve o uso não autorizado da voz de uma mulher em duas de suas canções. A artista Tainaly Serrano Rivera alega que sua frase gravada foi utilizada nas músicas ‘Solo de Mi’ e ‘EoO’ sem sua permissão. O processo, que solicita US$ 16 milhões em reparação, inclui também a gravadora Rimas Entertainment e a produção La Paciencia.
Segundo informações da revista Rolling Stone, Tainaly gravou a frase “Mira, puñeta, no me quiten el perreo” enquanto estudava com um dos colaboradores de Bad Bunny na faculdade. Ela afirma que não tinha conhecimento do uso comercial de sua voz e que não concedeu autorização para tal. Este caso destaca as complexidades legais em torno do uso de vozes e direitos de imagem no ambiente musical contemporâneo.
Os advogados de Rivera, que também representam uma ex-namorada de Bad Bunny que processou o cantor anteriormente, levantam questões sobre a violação de direitos de privacidade e imagem. O desdobramento deste processo poderá não apenas afetar a carreira do cantor, mas também gerar um debate mais amplo sobre as práticas da indústria musical em relação ao consentimento e ao uso de vozes de terceiros.

