O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou em 13 de janeiro de 2026, que o caso do Banco Master pode ser considerado a maior fraude bancária da história. Haddad fez essas afirmações durante uma conversa com jornalistas em Brasília, onde mencionou sua comunicação diária com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, reforçando seu apoio à instituição e ao trabalho que está sendo realizado.
Durante a entrevista, o ministro destacou a robustez das investigações em andamento e a importância do trabalho conjunto entre o Banco Central e o Tribunal de Contas da União. Ele relatou ter discutido o tema com o presidente do TCU, Vital do Rêgo, e mencionou a convergência alcançada em uma reunião recente que incluiu o relator da apuração no TCU, Jhonatan de Jesus.
Além disso, Haddad ressaltou a relevância do Fundo Garantidor de Créditos, que irá assegurar depósitos de até R$ 250 mil por pessoas físicas no Banco Master após sua liquidação. Essa medida é crucial para proteger os correntistas e garantir a estabilidade do sistema financeiro, refletindo a preocupação do governo com a saúde econômica do país.

