O ex-delegado geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi assassinado em setembro de 2025, em Praia Grande, após um planejamento que ocorreu em um bar em Mongaguá. A revelação foi feita pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apontou que Fontes estava sob vigilância de membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos meses que antecederam sua execução.
As investigações iniciadas após o crime resultaram na prisão de três suspeitos, incluindo um dos líderes do PCC, identificados como Fernando Alberto Ribeiro Teixeira. O DHPP acredita que a motivação do assassinato está ligada a investigações que Fontes conduziu contra a facção criminosa, o que o tornou um alvo prioritário. Além disso, a polícia se baseou em evidências como impressões digitais e movimentações financeiras suspeitas para avançar nas apurações.
O assassinato de Ruy Ferraz Fontes, um importante nome no combate ao PCC, evidencia a crescente violência da facção e sua capacidade de retaliar figuras emblemáticas na luta contra o crime organizado. As autoridades continuam a busca por mais envolvidos e estão analisando as circunstâncias que levaram à execução, enquanto a sociedade se preocupa com a segurança e a impunidade no Estado de São Paulo.

