Os juros futuros iniciaram a sessão de quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, com viés de baixa, acompanhando a movimentação do dólar. No entanto, logo renovaram suas máximas e operam estáveis, em meio ao aumento dos rendimentos dos Treasuries. O mercado aguarda indicadores econômicos dos Estados Unidos e dados de arrecadação no Brasil, além de leilões de títulos prefixados do Tesouro Nacional.
Às 9h38, a taxa do depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 atingiu a máxima de 13,740%, uma leve queda em relação ao ajuste anterior de 13,744%. Para janeiro de 2029, a taxa máxima foi de 13,130%, enquanto que para janeiro de 2031, a taxa ficou em 13,460%, ambas apresentando pequenas variações nas últimas sessões. Esses números refletem a expectativa do mercado em relação aos próximos indicadores econômicos.
As decisões políticas e econômicas em curso nos Estados Unidos e a performance da arrecadação tributária no Brasil estarão em foco, pois podem influenciar diretamente o comportamento das taxas de juros. O cenário econômico global continua instável, e o desempenho dos Treasuries pode impactar as decisões de investidores locais. Assim, a atenção do mercado se volta para os dados que serão divulgados nos próximos dias, que poderão trazer novas direções para as taxas de juros futuras.

