Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou a criação do ‘Conselho da Paz’ em 22 de janeiro de 2026. O grupo já conta com a adesão de mais de 20 países, enquanto cinco nações, incluindo a França e a Noruega, optaram por não participar e 16 ainda aguardam uma decisão. O objetivo central é abordar e resolver conflitos globais, começando pela situação na Faixa de Gaza.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, destacou que alguns líderes estão considerando a participação, mas dependem da autorização de seus parlamentos. Durante o evento, Trump fez questão de mencionar que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, também foi convidado, embora o Kremlin ainda não tenha se manifestado oficialmente. Além disso, o primeiro-ministro da Eslovênia expressou preocupações sobre o amplo mandato do conselho, que poderia afetar a ordem internacional estabelecida pela ONU.
As implicações desse conselho podem ser significativas, principalmente se países-chave como Brasil e Rússia decidirem se juntar. Enquanto o governo brasileiro confirmou o convite a Lula, ele pretende avaliar as condições geopolíticas antes de tomar uma decisão. A reação de nações que recusaram o convite indica uma preocupação com o potencial de o conselho substituir a ONU como principal fórum para resolução de conflitos, o que pode gerar discussões intensas sobre a governança global.

