CMN aprova mudanças no FGC após ressarcimento a investidores do Banco Master

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

Em 22 de janeiro, o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou alterações significativas nas normas do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). As novas regras foram implementadas após o fundo começar a ressarcir investidores que investiram em produtos garantidos pelo Banco Master, liquidado em novembro passado, e visam aumentar a eficiência do processo de pagamento de garantias.

Uma das principais mudanças permite que o conselho de administração do FGC proponha ajustes nas contribuições das instituições associadas, conforme julgar necessário. Embora não haja discussão atual sobre aumentos nas alíquotas, essa flexibilidade poderá ajudar em situações futuras, especialmente considerando que o fundo terá que honrar cerca de R$ 47 bilhões em garantias até 2025, após a liquidação de várias instituições do grupo Master.

Além disso, as novas normas buscam alinhar o FGC a padrões internacionais, promovendo maior transparência e rapidez nos pagamentos de garantias. Com um prazo máximo de três dias para a quitação das garantias, espera-se que essas alterações contribuam para a solidez do Sistema Financeiro Nacional, assegurando que as liquidações recentes não sejam afetadas.

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