WSL2 não garante salário mínimo nacional para jogadores abaixo de 23 anos

Sofia Castro
Tempo: 2 min.

A Women’s Super League 2 (WSL2) enfrenta críticas devido à sua política salarial, que não assegura que jogadores com menos de 23 anos recebam o equivalente ao salário mínimo nacional para um trabalhador em tempo integral. Embora tenha ocorrido um aumento significativo nos salários dos jogadores menos remunerados, a liga ainda permite que clubes paguem menos do que o esperado. Os clubes devem pagar no mínimo £22,200 para jogadores de 21 e 22 anos, e £17,500 para aqueles entre 18 e 20 anos.

As regulamentações estabelecem que os jogadores devem ter um mínimo de 20 horas de “tempo de contato” semanal, excluindo dias de jogos e horários de refeições. Para jogadores com 23 anos ou mais, o salário mínimo é fixado em £26,900. No entanto, a ausência de garantias salariais para os jovens atletas levanta preocupações sobre a equidade e o tratamento justo dentro da liga.

As implicações desta situação podem afetar a competitividade da WSL2, além de gerar um debate mais amplo sobre a justiça salarial no futebol feminino. A possibilidade de punições para clubes que violarem o teto salarial também é um ponto a ser considerado. À medida que a liga evolui, a pressão por mudanças nas políticas salariais deve aumentar, visando garantir melhores condições para todos os jogadores.

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