Gustavo Petro defende julgamento de Maduro na Venezuela e critica intervenções externas

Sofia Castro
Tempo: 1 min.

O presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou que Nicolás Maduro deve ser julgado na Venezuela, e não em território estrangeiro. Segundo Petro, a detenção do presidente venezuelano fora de seu país seria uma forma de sequestro, o que não condiz com os princípios de justiça e soberania. Ele enfatizou que a questão vai além das pessoas envolvidas, tocando no futuro da Venezuela e da América Latina como um todo.

Petro condenou também qualquer intervenção militar externa contra a Venezuela, argumentando que tal ação fere os valores e a história da região. Ele acredita que a América Latina deve resolver suas questões internas sem a interferência de potências estrangeiras. Para o presidente colombiano, é fundamental preservar a liberdade e a autodeterminação dos países sul-americanos.

As declarações de Petro ressaltam um crescente debate sobre a soberania na América Latina e a necessidade de diálogo interno. A posição do presidente colombiano pode influenciar as relações da Colômbia com seus vizinhos e com a comunidade internacional. O futuro do governo de Maduro e a estabilidade regional permanecem em pauta, à medida que se intensificam as discussões sobre justiça e direitos humanos na Venezuela.

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