Suprema Corte do Panamá anula contratos de empresa chinesa no canal

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

A Suprema Corte do Panamá declarou inconstitucional a concessão de uma subsidiária de uma empresa chinesa relacionada ao Canal do Panamá em 30 de janeiro de 2026. O presidente do Panamá assegurou que as operações nos portos do canal seguirão normalmente, destacando a importância dessa via estratégica para o comércio internacional.

A decisão judicial é interpretada como um alinhamento do Panamá com os interesses dos Estados Unidos, que buscam limitar a influência da China na região. A medida provocou uma reação imediata de Pequim, que expressou descontentamento com a decisão, indicando possíveis tensões diplomáticas futuras entre os países.

Esse desdobramento pode ter implicações significativas para a dinâmica geopolítica no canal, vital para o comércio global. Além disso, a anulação da concessão levanta questões sobre a segurança econômica do Panamá e suas relações comerciais com a China e os Estados Unidos.

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