Uma denúncia de fraude agitou os primeiros dias dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina, com alegações de que alguns atletas poderiam estar utilizando injeções de ácido hialurônico em seus pênis para obter vantagens no salto de esqui. Segundo o jornal alemão Bild, essa prática teria o potencial de alterar o desempenho dos competidores, permitindo-lhes usar trajes mais largos e, consequentemente, saltar maiores distâncias.
Pesquisas indicam que uma mudança de apenas dois centímetros no traje de um atleta pode resultar em um aumento de mais de cinco metros no comprimento do salto. O Dr. Kamran Karim, consultor de um hospital na Alemanha, confirmou que tais injeções podem causar um espessamento temporário e visível do pênis, levantando questões sobre a ética e a integridade no esporte.
A situação chamou a atenção da Agência Mundial Antidopagem (WADA), que se comprometeu a investigar as alegações. Olivier Niggli, diretor-geral da WADA, enfatizou a importância de examinar quaisquer evidências de doping e garantiu que a popularidade do salto de esqui na Polônia, seu país natal, torna o assunto ainda mais relevante.

